REDE JOVEM - PIBNC
Ministério de Jovens e Adolescentes da Primeira Igreja Batista em Nova Cidade
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
CRISTIANISMO ABSTRATO
abstrato
adj. que não se prende à representação da realidade tangível. Em outras
palavras: abstarto é aquilo que não se pega, não se vê, e não tem cheiro nem
gosto.
1. Cristianismo abstrato é aquele de quem acredita nas
realidades espirituais mas não interage com elas. Por exemplo, acreditar em
Deus pode ser o mesmo que acreditar na existência de Barak Obama sem nunca ter
apertado sua mão, ou na existência da Austrália e no Amazonas sem nunca ter
visitado o país ou navegado as águas do rio. Isto é, “acreditar na existência
de” é diferente de “se relacionar com”. Quem acredita na existência de Deus
,mas não se deixa afetar por Ele, não tem vantagem alguma sobre o diabo, que
também acredita que Deus existe (Tiago 2.19).
2. Cristianismo abstrato é aquele basedao em ritualismo
litúrgico, sem afeto: “Esse povo faz um grande show, dizendo as coisas certas,
mas o coração deles não está nem aí para o que dizem. Fazem de conta que me
adoram, mas é tudo encenação”, reclama Deus pela boca do profeta Isaías (29.13
– A Mensagem) – espiritualidade sem lágrimas, culto sem paixão, devoção
mecânica, rituais automatizados e bailado de bonecos.
3. Cristianismo abstrato é aquele onde as convicções doutrinais
têm primazia sobre a prática da generosidade. A experiência de fé dogmática
arrebata o fiel para o mundo das ideias, onde não existe corpo, carne e sangue,
não existem pessoas, apenas grandes cérebros sem qualquer capacidade de amar.
Gasta-se muito tempo discutindo se o teísmo é aberto ou fechado, e, conclusões
feitas, surgem os julgamentos e as agressões pessoais que negligenciam a
generosidade, a fraternidade, e a mínima educação e o respeito que devemos uns
aos outros, todos esquecidos de que “o conhecimento traz orgulho, mas o amor
edifica”, ou que “o coração humilde pode nos ajudar muito mais do que a mente
orgulhosa” (1Coríntios 8.1 – A Mensagem).
4. Cristianismo abstrato é aquele que supervaloriza o moralismo
em detrimento do engajamento social. O conceito de vida piedosa fica restrito
aos pecados íntimos, notadamente relacionados com sexo, considerando os pecados
estruturais e sociais, como a pobreza, a injustiça e a corrupção, coisa de
menor importância. Os moralistas se escandalizam mais facilmente com homossexuais
andando de mãos dadas na Avenida Paulista do que com mendigos embriagados
estirados nas calçadas.
5. Cristianismo abstrato é aquele que proclama a expectativa do
céu sem a consequente convocação para a responsabilidade histórica. A utopia do
reino de Deus, que deveria ser inspiração para o cuidado da criação de Deus é
transformado em argumento de fuga escatológica: “já que o mundo vai acabar
mesmo, e vamos para o novo céu e a nova terra, que se dane o leontopithecus
rosalia”.
6. Cristianismo abstrato é aquele que se relaciona com o mundo
dos espíritos sem a contrapartida da participação no mundo dos homens. Meu
amigo tinha uma carranca do folclore peruano em seu gabinete pastoral. Alguém
entrou na sala e disse que aquilo era coisa do diabo e deveria ser destruída. O
pastor perguntou, “em quem você votou na última eleição?”. Após a resposta, meu
amigo concluiu, “Não adianta nada amarrar o diabo nas religiões celestiais e
deixá-lo solto aqui em baixo”. Risos.
7. Cristianismo abstrato é aquele onde a religião está separada
da vida. O mundo é dividido entre religioso e secular: de um lado ficam os
santos redimidos pelo sangue do Cordeiro e do outro os pagãos que marcham
céleres para o inferno. A igreja deixa de ser sal da terra e passa a ser “sal
no saleiro”.
8. Cristianismo abstrato é aquele que se sustenta em clichês a
respeito de como a vida deve ser sem a coragem para encarar a vida como ela é.
O elevado padrão ético do evangelho não pode desconsiderar a realidade concreta
das pessoas e das comunidades cristãs, que convivem com pedófilos, corruptos,
abusadores, gente dissimulada e mal caráter de todo tipo e práticas imorais de
toda sorte. Quem proclama o evangelho não pode brincar de “tapar o sol com a
peneira”.
9. Cristianismo abstrato é aquele fundamentado no “eu” sem
“nós”. Tem gente que confunde pessoalidade (O Senhor é o meu pastor) com
individualismo (O pão é nosso, não apenas meu). O privatismo egocêntrico
prevalece sobre a comunhão solidária, e todo mundo tenta se relacionar com Deus
enquanto olha apenas para o próprio umbigo.
10. Cristianismo abstrato é aquele onde a religião é à la carte,
sem sujeição à autoridade da revelação de Deus, que conhecemos como Bíblia.
Quando cada um escolhe o que crer, de acordo com sua própria lógica e suposto
bom senso, a mensagem cristã acaba sendo transformada num mix barato de
folclore popular, filosofia em gotas, misticismo pagão e auto-ajuda
espiritualista.
11. Cristianismo abstrato é aquele onde prevalecem as questões de
foro íntimo sem satisfações comunitárias. Uma fé sem dimensões públicas, com
ênfase exagerada em privacidade e preservação da intimidade, negligencia o fato
de que “somos membros uns dos outros, e quando um membro do corpo sofre, todos
os outros sofrem com ele; quando um membro é honrado, todos os outros se
alegram com ele” (1Coríntios 12.26).
12. Cristianismo abstrato é aquele onde existe carisma sem
caráter. Muita profecia, muito exorcismo em nome de Jesus, sem submissão à
vontade de Deus. Muita lingua estranha que nem mesmo o Espírito Santo entende.
No dia do juízo, muita gente cheia de carismas vai se espantar quando ouvir
Jesus dizer, “Tudo o que vocês fizeram foi me usar para virar celebridades.
Fora daqui” (Mateus 7.23 – A Mensagem).
13. Cristianismo abstrato é aquele tem um Deus de invocação e
outros muitos de devoção. Tem muita gente que invoca o Deus é pai de nosso
senhor Jesus Cristo em suas orações, mas toma decisões no dia-a-dia e organiza
a vida ao redor do dinheiro, da família, de um romance, da carreira
profissional ou de qualquer outra pseudo sutil divindade idolátrica.
14. Cristianismo abstrato é aquele de quem ora “vem nós tudo, ao
vosso reino nada” (ser servido versus servir). As pessoas ouviram que “Jesus
Cristo é o Senhor” e acreditaram que nesse caso ele pode fazer tudo por elas,
em vez de concluírem o óbvio, a saber, que elas devem fazer tudo por Jesus.
15. Cristianismo abstrato é aquele que se contenta com “amor” a
Deus sem amor ao próximo, esquecido de que “ver a face do irmão é como
contemplar a face de Deus” (Gênesis 33.10), ou quem sabe, que a única maneira
de contemplar a face de Deus é contemplando a face do irmão, pois para enxergar
o Deus que não se vê, é preciso enxergar o irmão que está bem diante dos olhos
(1João 4.20).
Ed René Kivitzterça-feira, 6 de agosto de 2013
Em seus passos o que Jesus JAMAIS faria?
"Em seus passos o que faria Jesus?" é o
título de um livro escrito por Charles Sheldon e publicado originalmente em
1896, nos Estados Unidos, com o título "In His Steps".
A obra conta a história de Henry Maxwell, pastor da Primeira Igreja da cidade de Raymond, que vive honestamente sua vida confortável e sem contratempos, até o dia em que surge em sua igreja um homem pobre e necessitado. O episódio o leva a questionar seus próprios valores, o seu modo de vida e prioridades, colocando diante de si a inquietante questão: "O que Jesus faria?".
A partir disso, decide propor aos fiéis de sua igreja que se comprometam durante um ano a não fazerem nada sem antes perguntarem o que Jesus faria na mesma situação. O desenrolar da história descreve as experiências, tanto de satisfação e realização pessoal, como também de conflito e incompreensão que vão enfrentando à medida que se empenham em levar adiante o desafio proposto.
Hoje em dia há tanta gente doente e inescrupulosa dizendo agir "em nome de Jesus", proclamando da boca para fora "seguir os passos de Jesus", mas negando-o nas atitudes, enganando, extorquindo, manipulando e oprimindo que fica difícil encontrar Jesus, de verdade, nos passos destes. Ainda que eles gritem ou cantem nervosamente o nome de Jesus o tempo todo e façam até alguns aparentes sinais milagrosos.
Algumas vezes a imagem e referência do Jesus dos Evangelhos se apaga e se confunde com tanta demonstração tosca do que querem erroneamente fazer parecer Jesus, mas nem de longe se parece efetivamente com os passos de Jesus.
Mais do que levantar questões meramente morais ou culturais, percebo a urgência de esclarecer o que não representa e jamais se veria na vida prática do verdadeiro Jesus dos Evangelhos.
Acredito que boa parte do engano se dá pelo fato das pessoas não lerem e não conhecerem minimamente os Evangelhos, além da grande distorção que se faz com as escrituras por dinheiro ou para fazer perpetuar os domínios aprisionantes das instituições e dos rituais de poder humano.
A obra conta a história de Henry Maxwell, pastor da Primeira Igreja da cidade de Raymond, que vive honestamente sua vida confortável e sem contratempos, até o dia em que surge em sua igreja um homem pobre e necessitado. O episódio o leva a questionar seus próprios valores, o seu modo de vida e prioridades, colocando diante de si a inquietante questão: "O que Jesus faria?".
A partir disso, decide propor aos fiéis de sua igreja que se comprometam durante um ano a não fazerem nada sem antes perguntarem o que Jesus faria na mesma situação. O desenrolar da história descreve as experiências, tanto de satisfação e realização pessoal, como também de conflito e incompreensão que vão enfrentando à medida que se empenham em levar adiante o desafio proposto.
Hoje em dia há tanta gente doente e inescrupulosa dizendo agir "em nome de Jesus", proclamando da boca para fora "seguir os passos de Jesus", mas negando-o nas atitudes, enganando, extorquindo, manipulando e oprimindo que fica difícil encontrar Jesus, de verdade, nos passos destes. Ainda que eles gritem ou cantem nervosamente o nome de Jesus o tempo todo e façam até alguns aparentes sinais milagrosos.
Algumas vezes a imagem e referência do Jesus dos Evangelhos se apaga e se confunde com tanta demonstração tosca do que querem erroneamente fazer parecer Jesus, mas nem de longe se parece efetivamente com os passos de Jesus.
Mais do que levantar questões meramente morais ou culturais, percebo a urgência de esclarecer o que não representa e jamais se veria na vida prática do verdadeiro Jesus dos Evangelhos.
Acredito que boa parte do engano se dá pelo fato das pessoas não lerem e não conhecerem minimamente os Evangelhos, além da grande distorção que se faz com as escrituras por dinheiro ou para fazer perpetuar os domínios aprisionantes das instituições e dos rituais de poder humano.
Jesus jamais exigiu sacrifícios pessoais, esforço financeiro ou físico,
presentes ou qualquer tipo de oferta para abençoar, curar, salvar, purificar e
orientar as pessoas a sua volta.
Jesus jamais utilizou seu poder como estratégia de marketing pessoal. Embora os
milagres fossem um sinal para que as pessoas cressem, e muitos o buscavam por
causa dos prodígios e do pão que era multiplicado milagrosamente, Jesus jamais
utilizou isso para segurar o povo a sua volta.
Jesus jamais distribuiu pão só para garantir plateia e ter a quem evangelizar.
Jesus jamais rejeitou qualquer pessoa por não professar a fé da mesma forma que
ele a professava e a entendia. Mesmo Jesus frequentando sinagogas, tendo nascido
no judaísmo, jamais deixou de andar e falar com pagãos, gentios, pecadores e
toda sorte de gente considerada impura para os padrões da lei de Moisés.
Jesus jamais deixou a lei da religião ser mais importante que a vida e a
misericórdia.
Jesus jamais deixou de amar. Jamais recusou a mesa e a comunhão mesmo a quem
ele, de antemão, já sabia que o trairia. Até diante da angústia, do medo e do
abandono, Jesus jamais se deixou ser vencido pelo rancor.
Jesus jamais usou em benefício próprio a influência que exercia sobre os
discípulos.
Jesus jamais ensinou expandir o Reino através do acúmulo de bens ou da
construção de templos.
Jesus jamais fez conchavos políticos, acordos com Roma ou com a religião
dominante em troca de favores, cargos e liberdade para continuar pregando o que
e onde bem quisesse.
Jesus jamais deixou de dizer a verdade por medo ou conveniência.
Jesus jamais disse a verdade para agredir, ofender ou provocar vaziamente.
Jesus jamais disse a verdade só para provar que estava certo.
Jesus jamais usou a verdade, ao contrário, se deixou ser usado por ela.
Jesus jamais denunciou o pecado sem amor, de forma constrangedora, ameaçadora
ou sem acolher até as últimas consequências o próprio pecador envolvido.
Jesus jamais tratou os pecados particulares das pessoas de forma pública e
vexatória.
Jesus jamais se deixou levar pela aparência externa. O que o fazia se desdobrar
em misericórdia era a sinceridade interior e despretensiosa.
Jesus jamais ficou indiferente ao sofrimento, fosse ele de ordem psíquica,
espiritual ou física.
Jesus jamais tratou com diferença pobres e ricos. Se alguma diferença ficou
evidente, jamais foi contra a justiça.
Jesus jamais deixou de ser humano, mesmo sendo Deus se fez servo de todos.
Muitas outras coisas jamais se encontrariam no espírito e nos passos do Jesus dos Evangelhos, da Palavra de Deus feita carne, materializada e revelada definitivamente aos homens. Os passos de Jesus são reconciliadores, libertadores e despertam para a vida ainda que tudo a sua volta seja caos e morte. O que não se enquadra no Deus que se entrega por amor e misericórdia não cabe nos passos de Jesus.
O Deus que jamais se deixa
enganar nos ensine a discernir nossos passos e nos abençoe rica, poderosa e
sobrenaturalmente!
Pablo Massolar
Nota importante: Jesus ensinou a dar de graça o que recebemos de graça.
Se esta mensagem, de alguma forma, lhe fez bem, então provavelmente ela poderá
fazer bem para outras pessoas que você conheça. Gostaria de sugerir, se não for
constrangimento para você, que compartilhasse e encaminhasse este e-mail para o
seu círculo de amigos e conhecidos. Fazendo isto você potencializa, em muito, o
alcance da Palavra que já fez tanto bem aos nossos corações.
Leia outros artigos em www.ovelhamagra.com
terça-feira, 23 de julho de 2013
FUNDAMENTO
“Segundo a graça de
Deus que me foi dada, pus eu,
como sábio arquiteto, o fundamento, e outro
edifica sobre ele;
mas veja cada um como edifica
sobre ele.
Porque ninguém pode pôr outro fundamento
além do
que já está posto, o qual é Jesus Cristo.
E, se alguém sobre
este fundamento formar um edifício
de ouro, prata, pedras preciosas, madeira,
feno, palha.
A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia
a declarará,
porque pelo fogo será descoberta;
e o fogo provará qual seja a
obra de cada um.
Se a obra que alguém
edificou nessa parte permanecer,
esse receberá galardão.
Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento;
mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo”.
1 Coríntios 3:10-15
Esse texto de Coríntios nos mostra que
não devemos basear nossa fé em mais nada, nem em mais ninguém, a não ser em
Jesus Cristo. Mostra também que se nosso fundamento for Jesus Cristo, mesmo que
nossa obra (nossas atitudes que são construídas em cima desse fundamento) não
sejam tão boas, o Fundamento irá nos salvar, mesmo que a obra se perca.
Percebemos que nossas obras não nos
salvam; não é por uma vida piedosa, por seguir normas e doutrinas que somos
salvos e nossos pecados perdoados, mas por nossa fé em Jesus e pelo Seu
sacrifício unicamente.
Assim, temos sim a responsabilidade com
a obra: “veja cada um como edifica sobre ele", mas a questão principal é: sua fé
está baseada somente em Jesus???
“E em nenhum outro há
salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os
homens,
pelo qual devamos ser salvos.”
pelo qual devamos ser salvos.”
Atos 4:12
Rodrigo Castro.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
REFLEXÕES - Evangelho do Reino de Deus
“Se evangelizar é anunciar uma mudança radical da história, evangelizar
também é trabalhar pra essa mudança.” [Ariovaldo Ramos]
“Se o Evangelho é o Evangelho do Reino, e o Reino vem pra substituir
a estátua [Daniel 2:31-35], e a estátua
é o sistema regente da humanidade, então o Reino vem para ser um novo sistema
regente”. [Ariovaldo Ramos]
“Se o Reino vem para ser um novo sistema regente, tem de
rever tudo: tem de rever o ser humano, tem de rever a economia humana, tem de
rever a política, tem de rever a sociedade, tem de rever os valores, tem de
rever tudo.” [Ariovaldo Ramos]
“Não é só anunciar uma mudança, é trabalhar por essa mudança.
A evangelização não é um discurso apenas. Ela é um discurso que é sustentado
pela prática e uma prática que é justificada pelo discurso.” [Ariovaldo Ramos]
“Evangelizar é anunciar a mudança radical da história, então
é trabalhar pela mudança radical da história.” [Ariovaldo Ramos]
domingo, 23 de junho de 2013
SOBRE AS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL - JUN/2013
OS NOVOS
PROTESTANTES
Como os protestantes deixaram de fazer o seu dever de casa e se acomodaram dentro das igrejas, surgiram os novos protestantes.
Agora depois de ver o povo nas ruas demonstrando que são mais
unidos do que os lideres das igrejas evangélicas, estão postando vídeo de
profecias de que os principados da miséria e da corrupção seriam abalados no
Brasil. Então eu pergunto: Quem está sendo usado para isto? A igreja? Os
crentes? Os lideres famosos? Os milhares de pentecostais? Os curandeiros? Os
que amarram demônios? Os que constroem megas templos? Quem do povo de Deus? Os
jovens estudantes que sem ter uma liderança especifica, sem televisão, sem
rádio, sem jornais, só pelas redes sociais, mobilizaram milhares e milhares de
pessoas para reivindicar direitos que estão sendo solapados de todos nós, já
tendo conseguido derrubar os aumentos das passagens. Esses jovens estudantes
têm maior sentimento democrático do que nós evangélicos que espiritualizamos
tudo e ficamos esperando Deus tocar nos corações dos governantes corruptos, das
autoridades comprometidas com o pecado, enquanto isto muitos que não têm a luz
de Cristo enxergam melhor do que o povo evangélico um caminho para suas lutas e
conquistas e que dizem respeito a todos nós e agora ficam tentando dizer pra
mim que houve uma profecia de que isto ia acontecer. Mardoqueu já tinha dito
para Ester no passado: "Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro
e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai
perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? (Et
4.14) Que Deus tenha misericórdia de nós e que nos permitamos ser usados por
Deus neste século, nesta geração para que Deus não tenha que usar as “pedras”
para clamar por justiça social, para vergonha nossa, mas seus profetas, se é
que ainda tem algum nesta nação. “O que mais preocupa não é o grito dos
violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais
preocupa é o silêncio dos bons” Martin Luther King
terça-feira, 14 de maio de 2013
TENDÊNCIAS...
"Quando ouvimos sobre santidade tendemos a ficar frustrados.
Quando ouvimos sobre graça e perdão tendemos a ficar folgados."
O MENSAGEIRO E A MENSAGEM
"O mensageiro não qualifica a mensagem, tão pouco a mensagem desqualifica o mensageiro."
Ex: Pedro, ao dizer que Jesus não morreria (Mateus 16:21-23)
"A mensagem não qualifica o mensageiro, tão pouco o mensageiro desqualifica a mensagem."
Ex: Mula de Balaão
[Rodrigo Castro]
Ex: Pedro, ao dizer que Jesus não morreria (Mateus 16:21-23)
"A mensagem não qualifica o mensageiro, tão pouco o mensageiro desqualifica a mensagem."
Ex: Mula de Balaão
[Rodrigo Castro]
segunda-feira, 18 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
IMAGINA NA COPA
Olá pessoal,
Quero indicar essa série muito boa sobre ações de jovens que visam melhorar suas cidades. Segue o vídeo de abertura, depois é só entrar na página do "Imagina na Copa" do Youtube e conferir:
Quero indicar essa série muito boa sobre ações de jovens que visam melhorar suas cidades. Segue o vídeo de abertura, depois é só entrar na página do "Imagina na Copa" do Youtube e conferir:
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