Atos 2:46b “e partindo o pão em casa,
comiam juntos com alegria e singeleza de coração.”
A koinonia termo grego que é entendido como um dos fundamentos da igreja, e que nós adotamos como comunhão, fala muito mais do que só sobre estar junto, ou proximidade. Relacionamento, essa é a base da koinonia, e esse relacionamento deve ter como resultado a intimidade.
Jesus se relacionava de forma superficial com a multidão que o seguia e ouvia, já que não há como se ter um relacionamento profundo com centenas ou dezenas de pessoas; se relacionava mais com os doze e passava mais tempo com estes do que com a multidão, e é claro um tempo mais produtivo; mas dentre os doze havia três com quem tinha maior proximidade e íntimo relacionamento – Pedro, Tiago e João, e dentre os três sabemos que João tinha uma intimidade ainda maior com o Mestre.
No corpo de Cristo acontece o mesmo; a Igreja de Jesus que é a igreja espalhada por toda a terra se relaciona em igrejas locais, permitindo uma aproximação entre os crentes, porém sabemos que o nível de relacionamento dentro de uma igreja local entre todos os membros também é superficial e, assim como com Jesus, é no pequeno grupo onde realmente acontecem os relacionamentos mais profundos. A Bíblia em Atos 2 relata que eles partiam o pão “em casa”, uma prova de um relacionamento íntimo e constante. O pequeno grupo não é apenas um programa da igreja, mas o modo e local onde os relacionamentos se estreitam. O pequeno grupo está para a igreja local como a igreja local para a Igreja de Cristo no mundo.
Se queremos realmente cumprir o propósito da comunhão (koinonia) precisamos entender a importância do pequeno grupo para desenvolvermos relacionamentos e consequentemente intimidade com os irmãos.
Um abraço...
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