quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
O maior e melhor médico da história da humanidade!
Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010.
Boa noite a todos!
Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!
Deus é esse médico, o médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitetados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.
Que médico mais excelente poderia existir?
Deus é o primeiro cirurgião da história. A primeira operação? Uma toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.
Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.
Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo!
Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro pediatra da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!”
Ele também é o maior reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma osteoartrite das articulações interfalangeanas.
Jesus é o primeiro oftalmologista, relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.
Ele também é o primeiro emergencista a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardio-pulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia 4 dias.
Ele é o melhor otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder de seu amor.
Jesus também é o maior psiquiatra da história, há mais de 2 mil anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!
Deus também é o melhor ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens. Sem contar quando ele disse a um homem coxo: “Levanta, toma a tua maca e anda!”, e o homem andou! O tratamento ortopédico de quadril mais efetivo já relatado na história!
A primeira evidência científica sobre a hanseníase está na Bíblia! E Jesus é o dermatologista mais sábio da história, pois curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença.
Ele também é o primeiro hematologista, pois com apenas um toque curou a coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gastado todo o seu dinheiro com outros médicos em tratamentos sem sucesso.
Jesus é ainda, o maior doador de sangue do mundo. Seu tipo sanguíneo? O negativo, ou, doador universal, pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros, e assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que o recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário FAZER nada, apenas crer e receber!
O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes! Ele fez isso por nós!
Ele é um médico que não cobra pelos seus serviços, porque o presente GRATUITO de Deus é a vida eterna!
No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido, pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir a seu coração para Ele, Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convênio, basta você querer e pedir! O tratamento que ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!
O médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exatamente o que você precisa para viver!
Ele é o único caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode ir até Deus a não ser por Ele.
Seu nome é Jesus.
A este médico seja hoje o nosso aplauso e a nossa sincera gratidão!
Boa noite a todos!
Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!
Deus é esse médico, o médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitetados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.
Que médico mais excelente poderia existir?
Deus é o primeiro cirurgião da história. A primeira operação? Uma toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.
Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.
Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo!
Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro pediatra da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!”
Ele também é o maior reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma osteoartrite das articulações interfalangeanas.
Jesus é o primeiro oftalmologista, relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.
Ele também é o primeiro emergencista a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardio-pulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia 4 dias.
Ele é o melhor otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder de seu amor.
Jesus também é o maior psiquiatra da história, há mais de 2 mil anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!
Deus também é o melhor ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens. Sem contar quando ele disse a um homem coxo: “Levanta, toma a tua maca e anda!”, e o homem andou! O tratamento ortopédico de quadril mais efetivo já relatado na história!
A primeira evidência científica sobre a hanseníase está na Bíblia! E Jesus é o dermatologista mais sábio da história, pois curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença.
Ele também é o primeiro hematologista, pois com apenas um toque curou a coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gastado todo o seu dinheiro com outros médicos em tratamentos sem sucesso.
Jesus é ainda, o maior doador de sangue do mundo. Seu tipo sanguíneo? O negativo, ou, doador universal, pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros, e assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que o recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário FAZER nada, apenas crer e receber!
O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes! Ele fez isso por nós!
Ele é um médico que não cobra pelos seus serviços, porque o presente GRATUITO de Deus é a vida eterna!
No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido, pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir a seu coração para Ele, Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convênio, basta você querer e pedir! O tratamento que ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!
O médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exatamente o que você precisa para viver!
Ele é o único caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode ir até Deus a não ser por Ele.
Seu nome é Jesus.
A este médico seja hoje o nosso aplauso e a nossa sincera gratidão!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Assentando-se em Grupos
Olá pessoal,
Quero compartilhar com vocês uma palavra muito edificantes sobre um princípio muito importante ensinado por Jesus na multiplicação dos pães. Segue link abaixo:
Assentando-se em Grupos - Pr. Luciano Subirá
Um abraço...
Quero compartilhar com vocês uma palavra muito edificantes sobre um princípio muito importante ensinado por Jesus na multiplicação dos pães. Segue link abaixo:
Assentando-se em Grupos - Pr. Luciano Subirá
Um abraço...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
MISSÕES OU ADORAÇÃO?
UM PERSPECTIVA REFORMADA DE MISSÕES
Pr. Gildásio Reis
Qual é a principal tarefa da igreja? Em resposta a esta pergunta, temos ouvido: “Missões é a principal tarefa da Igreja” ou “Se a Igreja não é missionária, então não é Igreja”. Não há dúvida, de que missões é uma prioridade da Igreja, mas não é a prioridade última. Na verdade, a Adoração a Deus o é. E isto porque Deus é o nosso alvo, e não o ser humano. John Piper diz que quando esta era terminar e representantes de toda raça, tribo e nação estiverem dobrados diante do Cordeiro de Deus, a obra missionária não mais terá razão de existir na igreja. Mas o Culto continuará a existir. Quando chegarmos ao fim dos tempos e todos os redimidos estiverem diante do trono de Deus, missões não serão mais necessárias. Missões representa apenas uma necessidade temporária da Igreja, mas o Culto a Deus permanecerá para todo o sempre.
Relação entre Adoração e Missões
Notem como o escritor do Salmo 67 faz a relação entre a adoração e missões, mas colocando a adoração como prioridade última. No verso 1 ele declara:"Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto; (Adoração); no verso 2 ele mostra a prioridade penúltima da igreja “para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações a tua salvação” (Missões) e no verso 3 ele menciona o objetivo das missões que é a glória de Deus e não o bem estar dos homens “Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos”.
(Glorificar a Deus). É imprescindível destacar que primariamente, não é por compaixão pela humanidade que compartilhamos nossa fé; é, acima de tudo, por amor a Deus. Portanto, se eu não amar a Deus, não estarei apto a fazer missões.
Isaías também registra a sua experiência de adoração e missões no capítulo 6 de seu livro. Nos versos 1 a 7 vemos o profeta no templo em adoração e tendo a visão da graça perdoadora do Senhor e no versos seguintes, no auge de sua contemplação do Senhor o vemos respondendo ao desafio missionário: "Eis-me aqui, envia-me a mim". Primeiro, eu tenho meu coração aquecido na adoração e depois dedico-o ao serviço missionário.
A adoração é a mais nobre atividade da qual o ser humano, e tão somente pela graça de Deus, é capaz de realizar; enquanto missões é o maior desafio que ele recebe como resposta e estímulo da sua atividade como adorador.
O zelo pela glória de Deus no culto motiva a obra missionária
Talvez alguém possa questionar: Por que esta ordem de prioridade é tão importante que seja estabelecida? Respondemos que, quando as pessoas não estão maravilhadas pela grandiosidade de Deus, não poderão ser enviadas para proclamar a mensagem: “grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, temível mais que todos os deuses” (Sl 96.4).
“A paixão por Deus no culto precede a oferta de Deus na pregação”. Ninguém pode divulgar com convicção aquilo que não estima com paixão. Não poderá clamar, “Alegrem-se e exultem as gentes” (Salmo 67.4a) aquele que não pode afirmar no seu coração, “eu me alegrarei no SENHOR” (Salmo 104.34b; 9.2). Quando a paixão por Deus está fraca, o zelo por missões certamente será fraco também.
As igrejas que não exaltam a majestade e a beleza de Deus dificilmente poderão acender um desejo efervescente para “anunciar entre as nações a sua glória” (Salmo 96.3).
Andrew Murray fez um pronunciamento há mais que cem anos onde relacionou a Adoração e Missões com as seguintes palavras:
“Quando buscamos saber por que, com tantos milhões de cristãos, o verdadeiro exército de Deus que está enfrentando os exércitos da escuridão é tão pequeno, a única resposta é: falta de coração e entusiasmo. O entusiasmo pelo reino de Deus está faltando, porque há tão pouco entusiasmo pelo Rei.“
Ninguém poderá se dispor à magnitude da causa missionária se não experimentar a magnificiência de Cristo (Apocalipse 15.3-4; cf. Salmos 9.11; 18.49; 45.17; 57.9; 96.10; 105.1; 108.3; e Isaías: 12.4; 49.6; 55.5)
Concluímos fazendo menção da primeira pergunta do Catecismo de Westminster que diz: “Qual é o fim principal do ser humano?” E a resposta correta é: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-Lo para sempre.” É dentro desta perspectiva, que afirmamos que a prioridade última da Igreja do Senhor é Glorificar a Deus e como resultado desta adoração, a obra missionária será realizada.
Rev. Gildásio Reis, Pastor da Igreja Presbiteriana de Osasco, Psicanalista Clínico, Professor de Teologia Pastoral no Seminário Presbiteriano JMC-SP, Mestre em Teologia pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper.
e-mail: gildasioreis@uol.com.br
Pr. Gildásio Reis
Qual é a principal tarefa da igreja? Em resposta a esta pergunta, temos ouvido: “Missões é a principal tarefa da Igreja” ou “Se a Igreja não é missionária, então não é Igreja”. Não há dúvida, de que missões é uma prioridade da Igreja, mas não é a prioridade última. Na verdade, a Adoração a Deus o é. E isto porque Deus é o nosso alvo, e não o ser humano. John Piper diz que quando esta era terminar e representantes de toda raça, tribo e nação estiverem dobrados diante do Cordeiro de Deus, a obra missionária não mais terá razão de existir na igreja. Mas o Culto continuará a existir. Quando chegarmos ao fim dos tempos e todos os redimidos estiverem diante do trono de Deus, missões não serão mais necessárias. Missões representa apenas uma necessidade temporária da Igreja, mas o Culto a Deus permanecerá para todo o sempre.
Relação entre Adoração e Missões
Notem como o escritor do Salmo 67 faz a relação entre a adoração e missões, mas colocando a adoração como prioridade última. No verso 1 ele declara:"Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto; (Adoração); no verso 2 ele mostra a prioridade penúltima da igreja “para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações a tua salvação” (Missões) e no verso 3 ele menciona o objetivo das missões que é a glória de Deus e não o bem estar dos homens “Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos”.
(Glorificar a Deus). É imprescindível destacar que primariamente, não é por compaixão pela humanidade que compartilhamos nossa fé; é, acima de tudo, por amor a Deus. Portanto, se eu não amar a Deus, não estarei apto a fazer missões.
Isaías também registra a sua experiência de adoração e missões no capítulo 6 de seu livro. Nos versos 1 a 7 vemos o profeta no templo em adoração e tendo a visão da graça perdoadora do Senhor e no versos seguintes, no auge de sua contemplação do Senhor o vemos respondendo ao desafio missionário: "Eis-me aqui, envia-me a mim". Primeiro, eu tenho meu coração aquecido na adoração e depois dedico-o ao serviço missionário.
A adoração é a mais nobre atividade da qual o ser humano, e tão somente pela graça de Deus, é capaz de realizar; enquanto missões é o maior desafio que ele recebe como resposta e estímulo da sua atividade como adorador.
O zelo pela glória de Deus no culto motiva a obra missionária
Talvez alguém possa questionar: Por que esta ordem de prioridade é tão importante que seja estabelecida? Respondemos que, quando as pessoas não estão maravilhadas pela grandiosidade de Deus, não poderão ser enviadas para proclamar a mensagem: “grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, temível mais que todos os deuses” (Sl 96.4).
“A paixão por Deus no culto precede a oferta de Deus na pregação”. Ninguém pode divulgar com convicção aquilo que não estima com paixão. Não poderá clamar, “Alegrem-se e exultem as gentes” (Salmo 67.4a) aquele que não pode afirmar no seu coração, “eu me alegrarei no SENHOR” (Salmo 104.34b; 9.2). Quando a paixão por Deus está fraca, o zelo por missões certamente será fraco também.
As igrejas que não exaltam a majestade e a beleza de Deus dificilmente poderão acender um desejo efervescente para “anunciar entre as nações a sua glória” (Salmo 96.3).
Andrew Murray fez um pronunciamento há mais que cem anos onde relacionou a Adoração e Missões com as seguintes palavras:
“Quando buscamos saber por que, com tantos milhões de cristãos, o verdadeiro exército de Deus que está enfrentando os exércitos da escuridão é tão pequeno, a única resposta é: falta de coração e entusiasmo. O entusiasmo pelo reino de Deus está faltando, porque há tão pouco entusiasmo pelo Rei.“
Ninguém poderá se dispor à magnitude da causa missionária se não experimentar a magnificiência de Cristo (Apocalipse 15.3-4; cf. Salmos 9.11; 18.49; 45.17; 57.9; 96.10; 105.1; 108.3; e Isaías: 12.4; 49.6; 55.5)
Concluímos fazendo menção da primeira pergunta do Catecismo de Westminster que diz: “Qual é o fim principal do ser humano?” E a resposta correta é: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-Lo para sempre.” É dentro desta perspectiva, que afirmamos que a prioridade última da Igreja do Senhor é Glorificar a Deus e como resultado desta adoração, a obra missionária será realizada.
Rev. Gildásio Reis, Pastor da Igreja Presbiteriana de Osasco, Psicanalista Clínico, Professor de Teologia Pastoral no Seminário Presbiteriano JMC-SP, Mestre em Teologia pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper.
e-mail: gildasioreis@uol.com.br
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
3 ATITUDES FUNDAMENTAIS PARA A VIDA DA IGREJA
Temos muito que viver, compartilhar e experimentar como igreja. No entanto, toda esta experiência acontece a partir do congregar.
1) Hebreus 10.24 - Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.
Temos muito que viver, compartilhar e experimentar como igreja. No entanto, toda esta experiência acontece a partir do congregar.
Jesus prometeu estar com, pelo menos dois ou três discípulos reunidos em seu nome (Mt.18.20). Vemos nesta passagem como é importante estarmos juntos.
Cada discípulo tem a responsabilidade de estimular seus irmãos ao amor e as boas obras e isto acontece quando valorizamos cada oportunidade dada por Deus de nos encontrarmos. VAMOS FIRMES!!!
2) Colossenses 3. 16 - Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria
Também temos a responsabilidade de nos enchermos da palavra para podermos edificar nossos irmãos.
Quando estamos cheios da palavra de Cristo podemos nos instruir e edificar mutuamente. A palavra é o pão que alimenta a igreja (Mt.4.4). Precisamos nos prover deste pão para nos alimentarmos e ainda podermos alimentar nossos irmãos.
3) Efésios 6. 18 - com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos
Para finalizar, é de extrema importância a comunhão com Deus através da oração. A oração nos dá intimidade com Deus.
A oração é um tremendo recurso. Jesus utilizou este recurso com muita intensidade (Mc.1.35). Sigamos seus passos e jamais esqueçamos de levar a Deus nossas necessidades e também as de nossos irmãos (Fp.4.6,7).
No amor de Jesus, Daniel Souza.
1) Hebreus 10.24 - Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.
Temos muito que viver, compartilhar e experimentar como igreja. No entanto, toda esta experiência acontece a partir do congregar.
Jesus prometeu estar com, pelo menos dois ou três discípulos reunidos em seu nome (Mt.18.20). Vemos nesta passagem como é importante estarmos juntos.
Cada discípulo tem a responsabilidade de estimular seus irmãos ao amor e as boas obras e isto acontece quando valorizamos cada oportunidade dada por Deus de nos encontrarmos. VAMOS FIRMES!!!
2) Colossenses 3. 16 - Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria
Também temos a responsabilidade de nos enchermos da palavra para podermos edificar nossos irmãos.
Quando estamos cheios da palavra de Cristo podemos nos instruir e edificar mutuamente. A palavra é o pão que alimenta a igreja (Mt.4.4). Precisamos nos prover deste pão para nos alimentarmos e ainda podermos alimentar nossos irmãos.
3) Efésios 6. 18 - com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos
Para finalizar, é de extrema importância a comunhão com Deus através da oração. A oração nos dá intimidade com Deus.
A oração é um tremendo recurso. Jesus utilizou este recurso com muita intensidade (Mc.1.35). Sigamos seus passos e jamais esqueçamos de levar a Deus nossas necessidades e também as de nossos irmãos (Fp.4.6,7).
No amor de Jesus, Daniel Souza.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
A Grande Comissão
Podemos ouvir hoje Jesus nos comissionando:
“Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado, E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.”(Mt 28.18-20)
1. CONTINUAMOS A OBRA QUE O SENHOR COMEÇOU
Em Marcos 3.14 temos o começo do discipulado de Jesus; e em Mateus 28.18-20, temos sua continuidade.
Mateus 28, chamado “A Grande Comissão”, é uma ordem do Senhor Jesus a todos os discípulos, em todas as épocas e em todos os lugares. Esta comissão começou na época de Jesus, e vai “até à consumação do século”, atingindo a nossa geração.
Quem hoje está responsabilizado de continuar a grande comissão de fazer discípulos? Cada um de nós que se tornou um discípulo de Jesus. Iremos corresponder?
2. FAZER DISCÍPULOS É O IMPERATIVO DE JESUS
É importante notarmos os verbos da grande comissão.
“Dos quatro verbos desse texto, três estão no gerúndio, ou seja, são verbos auxiliares no grego, e apenas um é imperativo ou de comando direto. Os verbos no gerúndio são poreuthentes (cuja melhor tradução seria: indo, batizontes (batizando) e didaskontes (ensinando). O imperativo é matheteusate (fazei discípulos). Essa construção gramatical nos leva à conclusão razoável de que o objetivo principal da grande comissão é fazer discípulos; ao passo que indo, batizando e ensinando são meios essenciais rumo ao fim, mas não constituem fins em si só”. (C. Peter Wagner).
Há quem confunda Marcos 16.15 com Mateus 28.19. Marcos 16 diz que é para pregar o evangelho. Mateus 28 diz que é para fazer discípulos. Como entender? Pregar o evangelho é um dos recursos da obra de Deus. Fazer discípulos já é a estratégia da obra de Deus. Assim, pela pregação do evangelho do reino, fazemos discípulos. Se Jesus diz que fazer discípulos é o imperativo da sua obra, também deve ser o imperativo da nossa obra.
“Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado, E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.”(Mt 28.18-20)
1. CONTINUAMOS A OBRA QUE O SENHOR COMEÇOU
Em Marcos 3.14 temos o começo do discipulado de Jesus; e em Mateus 28.18-20, temos sua continuidade.
Mateus 28, chamado “A Grande Comissão”, é uma ordem do Senhor Jesus a todos os discípulos, em todas as épocas e em todos os lugares. Esta comissão começou na época de Jesus, e vai “até à consumação do século”, atingindo a nossa geração.
Quem hoje está responsabilizado de continuar a grande comissão de fazer discípulos? Cada um de nós que se tornou um discípulo de Jesus. Iremos corresponder?
2. FAZER DISCÍPULOS É O IMPERATIVO DE JESUS
É importante notarmos os verbos da grande comissão.
“Dos quatro verbos desse texto, três estão no gerúndio, ou seja, são verbos auxiliares no grego, e apenas um é imperativo ou de comando direto. Os verbos no gerúndio são poreuthentes (cuja melhor tradução seria: indo, batizontes (batizando) e didaskontes (ensinando). O imperativo é matheteusate (fazei discípulos). Essa construção gramatical nos leva à conclusão razoável de que o objetivo principal da grande comissão é fazer discípulos; ao passo que indo, batizando e ensinando são meios essenciais rumo ao fim, mas não constituem fins em si só”. (C. Peter Wagner).
Há quem confunda Marcos 16.15 com Mateus 28.19. Marcos 16 diz que é para pregar o evangelho. Mateus 28 diz que é para fazer discípulos. Como entender? Pregar o evangelho é um dos recursos da obra de Deus. Fazer discípulos já é a estratégia da obra de Deus. Assim, pela pregação do evangelho do reino, fazemos discípulos. Se Jesus diz que fazer discípulos é o imperativo da sua obra, também deve ser o imperativo da nossa obra.
Fonte: Apostila “A formação de Discípulos”
terça-feira, 19 de outubro de 2010
O PASTOR QUE VOA...
SABE, EU TENHO UM PASTOR QUE VOA,
VOA NA IMAGINAÇÃO E NOS PENSAMENTOS,
VOA, QUANDO NOS FAZ ACREDITAR QUE COM NOSSAS MÃOS, SOMOS CAPAZES DE ERGUER UM TEMPLO PARA 500 PESSOAS,
VOA, QUANDO NOS PEDE PARA PASTOREÁ-LO E ACREDITA QUE SOMOS CAPAZES,
VOA ATÉ QUANDO DIZ QUE PODEMOS TER CADEIRAS RECLINÁVEIS PARA OLHAR O CÉU E CONTEMPLAR A ESTRELAS ( MESMO SENDO BRINCADEIRA)
MEU PASTOR VOA ALTO,
VOA, QUANDO CONFIA SEU NOME E DE SEUS MINISTROS, ACREDITANDO QUE SEREMOS FIÉS NOS DÍZIMOS E OFERTAS, E QUE NÃO SERÃO PEGOS DE SURPRESA,
VOA, QUANDO SE EMOCIONA, DIZENDO QUE CONFIA NAS PESSOAS QUE PASTOREIA E SE ATIRA EM SEUS BRAÇOS EM MEIO AO CULTO, TENDO A CERTEZA DE QUE NÃO CAIRÁ,
SABE O QUE É MAIS INCRÍVEL EM TER UM PASTOR QUE VOA????
É QUE QUEREMOS VOAR COM ELE, E CADA VEZ MAIS ALTO,
QUEREMOS NOS ATIRAR COM ELE, E DE CABEÇA NISSO TUDO,
E QUEREMOS VIVER TODA ESSA EMOÇÃO INCRÍVEL COM ELE.
AMAMOS VC PASTOR.
Escrito por: Valéria Machado.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Visão Bíblica de Diaconia - Parte 1
A essência da vida, visão de ministério e vocação da Irmandade Evangélica Betânia é a Diaconia. O sentido da palavra “diaconia” se confunde com a nossa história no Brasil e com todo o movimento de diaconia na história passada e recente.
Portanto é muito importante para nós termos uma visão do que significa na Bíblia, especialmente no Novo Testamento, a palavra “diaconia”.
Esta palavra aparece em três formas:
1. Diakoneo = servir (verbo)
2. Diakonia = serviço (substantivo)
3. Diakono = diácono (substantivo)
DIAKONEO – SERVIR (VERBO)
“Diakoneo” significa ‘ser servo, ser assistente, servir, esperar em, ministrar, prestar qualquer tipo de serviço’” (VINE). O verbo “diakoneo” (servir) é usado no Novo Testamento de diferentes maneiras.
1. Designa o serviço doméstico, serviço realizado para preparar refeições aos convidados, servir às mesas:
Lucas 10.40 - Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços [diakonia - subs]. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir [diakoneo] sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me.
2. Expressão usada pelos apóstolos tanto para se referir ao serviço de amor fraternal, atendendo às necessidades das viúvas1:
Atos 6.2-4 – “Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir [diakoneo] às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério [diakonia - subs] da palavra”.
1 Muitos enxergam aqui o início do cargo de diáconos na igreja. Entretanto a palavra “diácono” não é usada para designar os sete homens escolhidos para atender às necessidades das viúvas. Também daqui se conclui a idéia de que o serviço do diácono é essencialmente atender pessoas com necessidades físicas e materiais. Creio que esta inferência é forçada. Os diáconos são, de maneira ampla e geral, os auxiliares dos líderes onde for necessário. Este serviço, também, pode ser temporário. Quando a necessidade não existe mais, como foi no caso da igreja em Jerusalém, o ministério se extingue
3. Refere-se ao cuidado por outras pessoas :
Mateus 25.44 - E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos (diakoneo).
4. Serviço prestado aos irmãos na Igreja :
Hebreus 6.10 - Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes [diakoneo] e ainda servis [diakoneo] aos santos.
5. É usado no contexto da coleta aos santos de Jerusalém:
Romanos 15.25 - Mas, agora, estou de partida para Jerusalém, a serviço [diakoneo] dos santos.
6. É expressão da pregação do Evangelho
2 Coríntios 3.3 - Estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério [diakoneo - “ministrada por nós”], escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
7. Foi usado por Jesus para descrever seu trabalho e ministério:
Marcos 10.45 - Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido [diakoneo], mas para servir [diakoneo] e dar a sua vida em resgate por muitos.
Lucas 22.27 - No meio de vós, eu sou como quem serve [diakoneo].
8. É usada para designar a consagração e o serviço do discípulo de Cristo:
Lucas 22.26, 27 - Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve [diakoneo]. Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve [diakoneo]? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve [diakoneo].
9. O apóstolo Pedro usa esta palavra para designar serviço realizado no uso dos dons espirituais:
1 Pedro 4.10 - “Servi [diakoneo] uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus
Extraído da: "Palestra proferida pelo Pr. Fred Bornschein na Irmandade Evangélica Betânia".
Portanto é muito importante para nós termos uma visão do que significa na Bíblia, especialmente no Novo Testamento, a palavra “diaconia”.
Esta palavra aparece em três formas:
1. Diakoneo = servir (verbo)
2. Diakonia = serviço (substantivo)
3. Diakono = diácono (substantivo)
DIAKONEO – SERVIR (VERBO)
“Diakoneo” significa ‘ser servo, ser assistente, servir, esperar em, ministrar, prestar qualquer tipo de serviço’” (VINE). O verbo “diakoneo” (servir) é usado no Novo Testamento de diferentes maneiras.
1. Designa o serviço doméstico, serviço realizado para preparar refeições aos convidados, servir às mesas:
Lucas 10.40 - Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços [diakonia - subs]. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir [diakoneo] sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me.
2. Expressão usada pelos apóstolos tanto para se referir ao serviço de amor fraternal, atendendo às necessidades das viúvas1:
Atos 6.2-4 – “Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir [diakoneo] às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério [diakonia - subs] da palavra”.
1 Muitos enxergam aqui o início do cargo de diáconos na igreja. Entretanto a palavra “diácono” não é usada para designar os sete homens escolhidos para atender às necessidades das viúvas. Também daqui se conclui a idéia de que o serviço do diácono é essencialmente atender pessoas com necessidades físicas e materiais. Creio que esta inferência é forçada. Os diáconos são, de maneira ampla e geral, os auxiliares dos líderes onde for necessário. Este serviço, também, pode ser temporário. Quando a necessidade não existe mais, como foi no caso da igreja em Jerusalém, o ministério se extingue
3. Refere-se ao cuidado por outras pessoas :
Mateus 25.44 - E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos (diakoneo).
4. Serviço prestado aos irmãos na Igreja :
Hebreus 6.10 - Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes [diakoneo] e ainda servis [diakoneo] aos santos.
5. É usado no contexto da coleta aos santos de Jerusalém:
Romanos 15.25 - Mas, agora, estou de partida para Jerusalém, a serviço [diakoneo] dos santos.
6. É expressão da pregação do Evangelho
2 Coríntios 3.3 - Estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério [diakoneo - “ministrada por nós”], escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
7. Foi usado por Jesus para descrever seu trabalho e ministério:
Marcos 10.45 - Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido [diakoneo], mas para servir [diakoneo] e dar a sua vida em resgate por muitos.
Lucas 22.27 - No meio de vós, eu sou como quem serve [diakoneo].
8. É usada para designar a consagração e o serviço do discípulo de Cristo:
Lucas 22.26, 27 - Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve [diakoneo]. Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve [diakoneo]? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve [diakoneo].
9. O apóstolo Pedro usa esta palavra para designar serviço realizado no uso dos dons espirituais:
1 Pedro 4.10 - “Servi [diakoneo] uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus
Extraído da: "Palestra proferida pelo Pr. Fred Bornschein na Irmandade Evangélica Betânia".
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
A Volta...
“Pai,
Fecho os meus olhos, abro meu coração e falo ao teu. Com meus gestos de adoração as palavras quase perdem o valor. O teu santo e doce amor por mim constrange o meu amor por ti. No teu amor não existe medo, minh’alma segura deseja prosseguir... meu coração tem saudades, saudades de ti. Meu coração tem saudades dos dias do primeiro amor, tenho saudades de ti.
E uma nova melodia flui do fundo, ela expressa o meu prazer por tua presença, e eu sei que ela é fruto do teu amor por mim e a semente deste fruto é o meu amor por ti.”
Pai eu te amo!
_________________________________________________________
Sim eu estou voltando, eu estou voltando ao meu primeiro amor. E eu estou voltando ao amado da minh’alma. Sim, eu estou voltando, estou retornado à casa do meu papai dizendo: “Pai, pequei contra os céus e contra ti, trata-me pelo menos como um dos teus empregados. Recebe-me de volta em tua casa papai, recebe-me de volta.”
Eu posso ver os olhos do meu pai, me olhando vindo de longe, correndo para o encontrar. Sim, eu posso ver os seus olhos, eles brilham de amor por mim. Eu posso ver seu coração cheio de amor para mim. Eu sei que ele me ama, eu sei que o pai me ama. Saiba-se isso em toda a terra: o meu pai me ama, e eu estou voltando pro conforto do seu amor.
_____________________________________________________
Adaptação da música “Jesus eu te amo” - Pr. Antônio Cirilo
Fecho os meus olhos, abro meu coração e falo ao teu. Com meus gestos de adoração as palavras quase perdem o valor. O teu santo e doce amor por mim constrange o meu amor por ti. No teu amor não existe medo, minh’alma segura deseja prosseguir... meu coração tem saudades, saudades de ti. Meu coração tem saudades dos dias do primeiro amor, tenho saudades de ti.
E uma nova melodia flui do fundo, ela expressa o meu prazer por tua presença, e eu sei que ela é fruto do teu amor por mim e a semente deste fruto é o meu amor por ti.”
Pai eu te amo!
_________________________________________________________
Sim eu estou voltando, eu estou voltando ao meu primeiro amor. E eu estou voltando ao amado da minh’alma. Sim, eu estou voltando, estou retornado à casa do meu papai dizendo: “Pai, pequei contra os céus e contra ti, trata-me pelo menos como um dos teus empregados. Recebe-me de volta em tua casa papai, recebe-me de volta.”
Eu posso ver os olhos do meu pai, me olhando vindo de longe, correndo para o encontrar. Sim, eu posso ver os seus olhos, eles brilham de amor por mim. Eu posso ver seu coração cheio de amor para mim. Eu sei que ele me ama, eu sei que o pai me ama. Saiba-se isso em toda a terra: o meu pai me ama, e eu estou voltando pro conforto do seu amor.
_____________________________________________________
Adaptação da música “Jesus eu te amo” - Pr. Antônio Cirilo
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Do Reunionismo ao relacionamento
O Senhor não disse: “Ide e fazei reuniões em todas as nações”, mas sim “fazei discípulos em todas as nações”.
Os métodos de trabalho que vínhamos usando na obra do Senhor sempre produziram frutos débeis e fracos em sua maioria. Os métodos que desenvolvíamos para a evangelização, edificação e conservação dos frutos, mesmo que tenham produzido alguns frutos, observamos que não eram os mais corretos, nem os mais bíblicos.
Se observarmos bem, a finalidade de todas as campanhas, é que as pessoas assistam as reuniões. Para a edificação delas contamos com: a) escola dominical; b) pregação do Pastor; e nisto descansa toda a edificação delas.
Os pontos débeis são:
a) o trabalho é demasiadamente impessoal;
b) depende de homens muito hábeis;
c) é pouco eficaz na formação de novos lideres;
d) não promove a participação de todo o corpo de Cristo.
Notamos que os apóstolos sem campanhas de evangelização programadas, sem construir templos, sem criar seminários, obtinham resultados muito melhores que os nossos, tanto em qualidade quanto em quantidade.
Não existia a imprensa, não podiam repartir bíblias, não haviam meios massivos de comunicação, não tinham veículos, gravadores, não contavam com uma missão estrangeira para sustentá-los, não tinham lugares para retiros espirituais, etc.
Que segredo tinham para ter semelhante êxito? Qual era sua forma ou modo de trabalhar?
Devemos voltar a nossa origem, devemos deixar nossos métodos e voltar a pratica apostólica.
Gostaria que a obra fosse atrasada em 2000 anos!
1. Do reunionismo ao discipulado
O Senhor não disse: “Ide e fazei reuniões em todas as nações”, mas sim “fazei discípulos em todas as nações”. Tínhamos todo o tipo de reunião, de evangelismo, de oração, de estudo bíblico, de escola dominical, de senhoras, de senhores, de jovens, de adolescentes, de comissões, etc. Mas não tínhamos discípulos. Gastávamos nossas energia num sem número de atividades e não estávamos fazendo o essencial, formar discípulos.
Afinal tínhamos tantas reuniões que não tínhamos tempo para fazer outra coisa. Mas a mudança veio!
Custou muito caro, porem mudamos! O ministério pastoral púlpito/congregação se modificou para um relacionamento discipulador/discípulo.
Isto significa entender que o nosso ministério principal consiste em concentrar-nos em poucos (Jesus tinha doze). Conhecê-los, amá-los, dar-lhes nossa vida, nosso lar, conviver com eles, ser exemplos, abençoá-los, repreendê-los, instruí-los, compartilhar suas cargas, chorar com eles, rir com eles, assumir autoridade, velar e ensinar sobre todas as áreas da vida, tais como, família, trabalho, sexo, caráter, negócios, estudos, oração, testemunho, etc.
“Fazer discípulos” significa formá-los, guiá-los a maturidade e comissioná-los para que eles façam o mesmo com outros.
Reconheço que é mais fácil fazer 100 reuniões que formar um discípulo. Isto não significa que não fazemos mais reuniões, mas sim que fazemos menos reuniões com o fim de dedicar-nos a esta tarefa absorvente.
Quanto menor o número, maior a benção. Alguém com problemas na fala poderia ser pastor na igreja do primeiro século.
Observação: o ministério não se desenvolve através de reuniões, mas sim de relacionamentos. Jesus nunca foi homem de púlpito, era homem de relacionamentos, de convivência (Mc 3.14).
2. A igreja é formada por discípulos
Quero insistir sobre o evangelho que pregamos, pois é ele que irá produzir a classe de discípulos que queremos, ou seja, frutos permanentes. A porta deve ser estreita, pois quem entrar não quererá sair pelos fundos.
Discípulos são aqueles que amam a Cristo acima de qualquer coisa, são mansos e dóceis ao ensino da palavra. Não são como cabritos, mas sim como ovelhas. É gente que frutifica, não é gente que se senta nos bancos para ouvir boas mensagens.
Jesus nunca apontou os sinais de poder e maravilhas como característica de seus discípulos, mas sim o amor. Há diferença entre sinal acompanhante e evidência que caracteriza. Embora Jesus tenha dito que os sinais acompanham os que crêem nele, não disse que a característica de um discípulo é que seja acompanhado por sinais, isto porque ele sabia que estes sinais de poder também seguiriam os que não eram seus discípulos (Mt 7.22-23; 1 Ts 2.9).
Quero que o poder carismático acompanhe o meu ministério, mas isto nunca será para mim, uma evidência que me caracteriza como discípulo de Cristo.
Somente o amor é uma característica definitiva.
O diabo pode imitar os sinais e prodígios, o esforço e a dedicação, o zelo e muitas outras coisas. Só não pode imitar o amor!
O discipulado está baseado nisto: um coração entregue ao Senhor.
Por: Ivan Baker
Os métodos de trabalho que vínhamos usando na obra do Senhor sempre produziram frutos débeis e fracos em sua maioria. Os métodos que desenvolvíamos para a evangelização, edificação e conservação dos frutos, mesmo que tenham produzido alguns frutos, observamos que não eram os mais corretos, nem os mais bíblicos.
Se observarmos bem, a finalidade de todas as campanhas, é que as pessoas assistam as reuniões. Para a edificação delas contamos com: a) escola dominical; b) pregação do Pastor; e nisto descansa toda a edificação delas.
Os pontos débeis são:
a) o trabalho é demasiadamente impessoal;
b) depende de homens muito hábeis;
c) é pouco eficaz na formação de novos lideres;
d) não promove a participação de todo o corpo de Cristo.
Notamos que os apóstolos sem campanhas de evangelização programadas, sem construir templos, sem criar seminários, obtinham resultados muito melhores que os nossos, tanto em qualidade quanto em quantidade.
Não existia a imprensa, não podiam repartir bíblias, não haviam meios massivos de comunicação, não tinham veículos, gravadores, não contavam com uma missão estrangeira para sustentá-los, não tinham lugares para retiros espirituais, etc.
Que segredo tinham para ter semelhante êxito? Qual era sua forma ou modo de trabalhar?
Devemos voltar a nossa origem, devemos deixar nossos métodos e voltar a pratica apostólica.
Gostaria que a obra fosse atrasada em 2000 anos!
1. Do reunionismo ao discipulado
O Senhor não disse: “Ide e fazei reuniões em todas as nações”, mas sim “fazei discípulos em todas as nações”. Tínhamos todo o tipo de reunião, de evangelismo, de oração, de estudo bíblico, de escola dominical, de senhoras, de senhores, de jovens, de adolescentes, de comissões, etc. Mas não tínhamos discípulos. Gastávamos nossas energia num sem número de atividades e não estávamos fazendo o essencial, formar discípulos.
Afinal tínhamos tantas reuniões que não tínhamos tempo para fazer outra coisa. Mas a mudança veio!
Custou muito caro, porem mudamos! O ministério pastoral púlpito/congregação se modificou para um relacionamento discipulador/discípulo.
Isto significa entender que o nosso ministério principal consiste em concentrar-nos em poucos (Jesus tinha doze). Conhecê-los, amá-los, dar-lhes nossa vida, nosso lar, conviver com eles, ser exemplos, abençoá-los, repreendê-los, instruí-los, compartilhar suas cargas, chorar com eles, rir com eles, assumir autoridade, velar e ensinar sobre todas as áreas da vida, tais como, família, trabalho, sexo, caráter, negócios, estudos, oração, testemunho, etc.
“Fazer discípulos” significa formá-los, guiá-los a maturidade e comissioná-los para que eles façam o mesmo com outros.
Reconheço que é mais fácil fazer 100 reuniões que formar um discípulo. Isto não significa que não fazemos mais reuniões, mas sim que fazemos menos reuniões com o fim de dedicar-nos a esta tarefa absorvente.
Quanto menor o número, maior a benção. Alguém com problemas na fala poderia ser pastor na igreja do primeiro século.
Observação: o ministério não se desenvolve através de reuniões, mas sim de relacionamentos. Jesus nunca foi homem de púlpito, era homem de relacionamentos, de convivência (Mc 3.14).
2. A igreja é formada por discípulos
Quero insistir sobre o evangelho que pregamos, pois é ele que irá produzir a classe de discípulos que queremos, ou seja, frutos permanentes. A porta deve ser estreita, pois quem entrar não quererá sair pelos fundos.
Discípulos são aqueles que amam a Cristo acima de qualquer coisa, são mansos e dóceis ao ensino da palavra. Não são como cabritos, mas sim como ovelhas. É gente que frutifica, não é gente que se senta nos bancos para ouvir boas mensagens.
Jesus nunca apontou os sinais de poder e maravilhas como característica de seus discípulos, mas sim o amor. Há diferença entre sinal acompanhante e evidência que caracteriza. Embora Jesus tenha dito que os sinais acompanham os que crêem nele, não disse que a característica de um discípulo é que seja acompanhado por sinais, isto porque ele sabia que estes sinais de poder também seguiriam os que não eram seus discípulos (Mt 7.22-23; 1 Ts 2.9).
Quero que o poder carismático acompanhe o meu ministério, mas isto nunca será para mim, uma evidência que me caracteriza como discípulo de Cristo.
Somente o amor é uma característica definitiva.
O diabo pode imitar os sinais e prodígios, o esforço e a dedicação, o zelo e muitas outras coisas. Só não pode imitar o amor!
O discipulado está baseado nisto: um coração entregue ao Senhor.
Por: Ivan Baker
terça-feira, 21 de setembro de 2010
O propósito eterno de Deus
“Deus quer uma família de muito filhos, semelhantes a Jesus, para a glória de Deus Pai”.
Deus tem um propósito (projeto; sonho; vontade) eterno
. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Rm.8.29
. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Ef.1.11; Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, Ef.3.11
. Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; 2Tm.1.9
. Lembrai-vos disto, e considerai; trazei-o à memória, ó prevaricadores. Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade. Is.46.8-10
Que propósito é este?
“Deus quer uma família de muito filhos, semelhantes a Jesus, para a glória de Deus Pai”.
. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Rm.8.29
. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. Gn.1.26-28
No capítulo 1 de Efésios encontramos palavras muito interessantes, algumas repetidas diversas vezes, como: vontade; escolhidos; predestinados.
O que significa o propósito eterno de Deus de forma mais prática?
. uma família = UNIDADE (Jo.17.20-23; 1Co.1.10);
. muitos filhos = QUANTIDADE (Hb.2.10);
. semelhantes a Jesus = QUALIDADE (Mt.11.29; Jo.13.12-17; Jo.13.34; Jo.17.18; Cl.3.13; 1Pe.1.15,16; 1Jo.2.6)
. para a glória de Deus Pai = FINALIDADE (Jo.17.4; Rm.11.36; Ef.3.20)
No amor de Jesus, Daniel Souza.
Deus tem um propósito (projeto; sonho; vontade) eterno
. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Rm.8.29
. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Ef.1.11; Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, Ef.3.11
. Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; 2Tm.1.9
. Lembrai-vos disto, e considerai; trazei-o à memória, ó prevaricadores. Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade. Is.46.8-10
Que propósito é este?
“Deus quer uma família de muito filhos, semelhantes a Jesus, para a glória de Deus Pai”.
. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Rm.8.29
. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. Gn.1.26-28
No capítulo 1 de Efésios encontramos palavras muito interessantes, algumas repetidas diversas vezes, como: vontade; escolhidos; predestinados.
O que significa o propósito eterno de Deus de forma mais prática?
. uma família = UNIDADE (Jo.17.20-23; 1Co.1.10);
. muitos filhos = QUANTIDADE (Hb.2.10);
. semelhantes a Jesus = QUALIDADE (Mt.11.29; Jo.13.12-17; Jo.13.34; Jo.17.18; Cl.3.13; 1Pe.1.15,16; 1Jo.2.6)
. para a glória de Deus Pai = FINALIDADE (Jo.17.4; Rm.11.36; Ef.3.20)
No amor de Jesus, Daniel Souza.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
+ FOME + SEDE
Nós em nosso dia a dia muitas vezes nos envolvemos em nossos afazeres e esquecemos até de nos alimentarmos ou nos hidratarmos, vindo a fazê-lo só ao sentirmos fome ou sede. Mas isso não é bom para o nosso corpo, pois ele precisa de abastecimento. Quando não disciplinamos nossa alimentação dentro de nossos afazeres, nosso corpo é quem sofre o prejuízo, podendo até com o tempo se habituar a comer pouco e a quase não beber água durante o dia, vindo a ter desidratação, anorexia (falta de apetite) e outras doenças decorrentes da falta ou inadequadas alimentação e hidratação. Um grande exemplo é o cálculo renal (pedra no rim), onde os riscos são a obstrução da passagem da urina (não eliminação de impurezas), e paralização da filtragem do sangue pelo rim (não purificação do sangue).
O que eu quero com esse texto é fazer um paralelo com nossa alimentação natural (comer e beber), com a nossa alimentação espiritual (oração, palavra, etc) e suas consequências, partindo da idéia de que existem três razões de buscarmos essa alimentação: devido a emoções, racionalmente e é claro, por fome e sede. Quero também destacar que sempre há pelo menos uma razão que podemos utilizar em qualquer fase ou momento de nossas vidas para buscarmos alimento. Evitando assim “doenças” (consequências) como o “cálculo espiritual” (não eliminação de pecados e não purificação de atitudes).
Em algumas pessoas, o emocional gera fome e sede, a visita à geladeira é constante. A vida espiritual também é assim, existem momentos que somos emocionalmente tocados, e a fome e a sede aumentam e a busca é incessante, as idas à geladeira espiritual (cultos, bíblia, etc). Porém, existem períodos emocionais que nos fazem não sentir fome, e esse é o perigo de depender apenas do emocional.
Precisamos também ter a consciência da necessidade de beber ou comer, mesmo sem sede ou fome. A mente, o que é racional nos ajuda a criar uma disciplina, um hábito de nos alimentarmos. Se não sentimos sede ou fome, ainda assim devemos nos alimentar. Porém se só nos alimentarmos racionalmente acabamos por perder o prazer que a alimentação pode nos proporcionar.
A principal razão para nos alimentarmos é quando sentimos fome. Se não nos alimentamos e ainda assim não sentimos fome algo está errado, pois a fome é o sinal de que devemos parar nossos afazeres para nos reabastecermos. Fome e sede também podem ser entendidas como uma vontade, um desejo de satisfazer um gosto (pizza, churrasco... coca-cola ou flexa mix). Essa falta e esse desejo por mais é que precisamos ter.
“Tu és o meu pão, Jesus! O pão eu já tenho, preciso de fome!
Tu és minha água, Jesus! A água eu já tenho, preciso de sede!
Eu quero mais fome de Ti. Eu quero mais sede de Ti
Eu quero mais fome e mais sede de Ti”
Um abraço...
terça-feira, 7 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Olhe para cima
Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e, inteiramente aberto por cima, o pássaro, apesar de sua habilidade para o vôo, será um prisioneiro.
A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano, tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.
Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido.
Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados,
próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até quese destrua completamente, de tanto atirar-se contra o fundo do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima.
Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima.
E lá estará DEUS, para ajudá-lo.
Um abraço...
A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano, tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.
Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido.
Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados,
próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até quese destrua completamente, de tanto atirar-se contra o fundo do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima.
Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima.
E lá estará DEUS, para ajudá-lo.
"Ah! nosso Deus, ... em nós não há força
perante esta grande multidão que vem contra nós,
e não sabemos o que faremos;
porém os nossos olhos estão postos em ti."
IICronicas 20:12
Um abraço...
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Koinonia (coparticipação)
Atos 2:42 - “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.”
Olá pessoal,
Gostaria de continuar nossa sequência de posts sobre comunhão falando sobre o aspecto da coparticipação.
O versículo citado acima, nos mostra que os crentes da igreja primitiva participavam dos momentos da igreja: participavam da doutrina dos apóstolos – recebiam o ensino; participavam da comunhão – através dos pequenos grupos nas casas (Atos2:46); participavam do “partir do pão” – que é uma atitude de serviço; e participavam das orações – cumprindo o sarcedócio dos crentes.
A consequência desta participação mútua é encontrada no versículo 47: “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”. Isso mesmo, a consequência destes aspectos da comunhão citados em nossos posts têm como resultado a salvação de almas, mas para isso é preciso que cada cristão entenda a sua parcela de responsabilidade, a necessidade do seu envolvimento, da sua participação conjunta.
Um abraço...
Olá pessoal,
Gostaria de continuar nossa sequência de posts sobre comunhão falando sobre o aspecto da coparticipação.
O versículo citado acima, nos mostra que os crentes da igreja primitiva participavam dos momentos da igreja: participavam da doutrina dos apóstolos – recebiam o ensino; participavam da comunhão – através dos pequenos grupos nas casas (Atos2:46); participavam do “partir do pão” – que é uma atitude de serviço; e participavam das orações – cumprindo o sarcedócio dos crentes.
A consequência desta participação mútua é encontrada no versículo 47: “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”. Isso mesmo, a consequência destes aspectos da comunhão citados em nossos posts têm como resultado a salvação de almas, mas para isso é preciso que cada cristão entenda a sua parcela de responsabilidade, a necessidade do seu envolvimento, da sua participação conjunta.
Um abraço...
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Pós-Passeio
Fala galera,
Espero que todos tenham gostado do passeio. Os comentários que ouvi foram muito positivos. O mais interessante é que, como diria nosso pastor: “ foi simples, mas profundo”. É notável a comunhão resultante de algumas horas juntos; nossa Escola Bíblica com muitos jovens e adolescentes, dentre eles alguns que já não vinham há algum tempo.
Outros eventos estão por vir, mas não vamos esperar outros eventos para estarmos juntos e estreitarmos os relacionamentos; seja nos cultos, reuniões e principalmente nos PG’s - pequenos grupos (que já estão chegando).
Obrigado a todos que foram, pois se o passeio foi bom, vocês são os responsáveis. Deus abençoe a todos.
Um abraço...
Espero que todos tenham gostado do passeio. Os comentários que ouvi foram muito positivos. O mais interessante é que, como diria nosso pastor: “ foi simples, mas profundo”. É notável a comunhão resultante de algumas horas juntos; nossa Escola Bíblica com muitos jovens e adolescentes, dentre eles alguns que já não vinham há algum tempo.
Outros eventos estão por vir, mas não vamos esperar outros eventos para estarmos juntos e estreitarmos os relacionamentos; seja nos cultos, reuniões e principalmente nos PG’s - pequenos grupos (que já estão chegando).
Obrigado a todos que foram, pois se o passeio foi bom, vocês são os responsáveis. Deus abençoe a todos.
Um abraço...
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Passeio – Parque Lage
Dia 28/08 – saída:09:00h
Valor: R$5,00
*Caso queira participar nos mande um e-mail.
Dicas:
Acorde a tempo e tome um bom café da manhã. Só teremos um lanche durante o passeio.
Use roupas leves para uma leve caminhada, porém lembrando que mesmo estando ensolarado, o local é bem fresco. Vá de tênis ou sandália baixa (ou chinelo se preferir), evite bermudas e calças claras.
Não esqueça a máquina fotográfica.
Programação:
O horário de saída desejado é entre 9:00 e 9:30h. Depois disso...
No local visitaremos o prédio principal que contém exposições, cavernas, aquário, lagos e durante o percurso pararemos em alguns pontos para um bate-papo e descanso.
O lanche deve rolar por volta das 13:00h, se quiser leve tb um biscoitos para reforçar...
O retorno está programado para entre 15 e 16h.
• Estamos com necessidade de transporte. Se você puder ir de carro por favor entre em contato conosco.
Um abraço e bom passeio.
A Bíblia e o celular
Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa,
no escritório... ?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal.
Ela 'pega' em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.
"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite." Salmos 1:1-2.
Um abraço...
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa,
no escritório... ?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal.
Ela 'pega' em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.
"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite." Salmos 1:1-2.
Um abraço...
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A importância da Igreja Local
Jesus disse: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu Reino...” (Mateus 6:33).
Deus está implantando o Seu Reino aqui na Terra e Ele tem deixado bem claro qual é a visão d’Ele para nós:
Deus havia dito para o Homem: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra...” (Gênesis 1:28). Porquê? Porque Adão e Eva gozavam de perfeita comunhão com Deus e assim refletiam a glória de Deus perfeitamente. Na medida que eles obedecessem a ordem de crescer e multiplicar, toda a terra ficaria cheia da glória de Deus como as águas cobrem o mar.
O plano original de Deus nunca mudou. Mesmo que o homem natural, por causa do pecado, não reflita a glória de Deus, aquelas pessoas que já nasceram de novo verdadeiramente refletem a Sua glória. Então a ordem de Deus continua a mesma: “Eu quero o Meu Reino implantado sobre toda a terra e isto vai acontecer quando os meus filhos colocarem o Meu Reino em primeiro lugar, crescerem e multiplicarem até que toda a terra esteja cheia de pessoas que reflitam Minha glória”.
Muito bem!!!
Mas qual é o contexto em que nós devemos buscar o Reino de Deus?
É fácil dizer que estou buscando em primeiro lugar o Reino de Deus. Mas, na prática, como posso fazer isso?
Jesus disse: “Eu edificarei a Minha Igreja...” (Mateus 16:18) e em outra ocasião Ele disse “quem comigo não ajunta, espalha...” (Mateus 12:30). Em outras palavras, o Reino de Deus aqui na terra se manifesta e é centralizado na Igreja do Senhor Jesus:
A Igreja do Senhor Jesus é o coração do Reino de Deus.
Posso saber, então, que verdadeiramente estou buscando o Reino de Deus se eu estiver trabalhando com Jesus na Edificação da Sua Igreja Mundial. Mas, como a Igreja Mundial do Senhor Jesus é edificada?
Através da Igreja Local !!!
Se eu não estiver edificando a Igreja Local eu não estou edificando como eu devo a Igreja Mundial do Senhor Jesus. A Bíblia fala muito mais acerca da Igreja Local do que da Igreja Mundial. Estamos trabalhando com Deus ou contra Deus? Talvez muitos não saibam disto, mas quem não está na visão da Igreja Local – ajudando a Igreja Local crescer e multiplicar em quantidade e qualidade -, está na realidade (mesmo se for por omissão) trabalhando contra Deus. Isto é sério. Deus coloca máxima importância na Igreja Local porque a Igreja Local é o coração da Igreja do Senhor Jesus aqui na Terra.
Texto extraído da apostila do CTL – Centro de Treinamento de Líderes da Igreja da Paz.
Um abraço...
Deus está implantando o Seu Reino aqui na Terra e Ele tem deixado bem claro qual é a visão d’Ele para nós:
Deus havia dito para o Homem: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra...” (Gênesis 1:28). Porquê? Porque Adão e Eva gozavam de perfeita comunhão com Deus e assim refletiam a glória de Deus perfeitamente. Na medida que eles obedecessem a ordem de crescer e multiplicar, toda a terra ficaria cheia da glória de Deus como as águas cobrem o mar.
O plano original de Deus nunca mudou. Mesmo que o homem natural, por causa do pecado, não reflita a glória de Deus, aquelas pessoas que já nasceram de novo verdadeiramente refletem a Sua glória. Então a ordem de Deus continua a mesma: “Eu quero o Meu Reino implantado sobre toda a terra e isto vai acontecer quando os meus filhos colocarem o Meu Reino em primeiro lugar, crescerem e multiplicarem até que toda a terra esteja cheia de pessoas que reflitam Minha glória”.
Muito bem!!!
Mas qual é o contexto em que nós devemos buscar o Reino de Deus?
É fácil dizer que estou buscando em primeiro lugar o Reino de Deus. Mas, na prática, como posso fazer isso?
Jesus disse: “Eu edificarei a Minha Igreja...” (Mateus 16:18) e em outra ocasião Ele disse “quem comigo não ajunta, espalha...” (Mateus 12:30). Em outras palavras, o Reino de Deus aqui na terra se manifesta e é centralizado na Igreja do Senhor Jesus:
A Igreja do Senhor Jesus é o coração do Reino de Deus.
Posso saber, então, que verdadeiramente estou buscando o Reino de Deus se eu estiver trabalhando com Jesus na Edificação da Sua Igreja Mundial. Mas, como a Igreja Mundial do Senhor Jesus é edificada?
Através da Igreja Local !!!
Se eu não estiver edificando a Igreja Local eu não estou edificando como eu devo a Igreja Mundial do Senhor Jesus. A Bíblia fala muito mais acerca da Igreja Local do que da Igreja Mundial. Estamos trabalhando com Deus ou contra Deus? Talvez muitos não saibam disto, mas quem não está na visão da Igreja Local – ajudando a Igreja Local crescer e multiplicar em quantidade e qualidade -, está na realidade (mesmo se for por omissão) trabalhando contra Deus. Isto é sério. Deus coloca máxima importância na Igreja Local porque a Igreja Local é o coração da Igreja do Senhor Jesus aqui na Terra.
Texto extraído da apostila do CTL – Centro de Treinamento de Líderes da Igreja da Paz.
Um abraço...
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Um grande exemplo...
Andressa Barragana. Líder de Pequeno grupo desde os 10 anos, levou mais de 100 pessoas ao batismo através do pequeno grupo. Formou inclusive outros líderes. O tamanho da sua obra... só veremos no céu...
Um abraço...
Um abraço...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Quanto custa seguir a Jesus?
Enquanto lia um livro sobre Jesus, mais especificamente sua estratégia de evangelizar o mundo através de seus discípulos, uma pergunta me veio à mente: quanto custa seguir a Jesus?
Muitos dos que foram chamados ou que se “dispuseram” a segui-lo colocavam condições para isto; um queria enterrar o pai antes (este texto é mal interpretado, o que se deve entender é que ele desejava ficar com seu pai por toda sua velhice até a sua morte), outro queria despedir-se de sua família (outro texto não compreendido; neste caso, o desejo daquele homem era de que se preparasse uma festa, talvez até dias de festa, para que se confraternizasse com sua família, com homenagens e sendo ele o centro das atenções – ele era o motivo da festa), além de muitos outros casos. Portanto, o que podia se concluir com isso é que suas prioridades e valores não estavam realmente em seguir a Jesus.
Um pastor que ouço bastante costuma dizer que “seguir a Jesus custa tudo o que você tem, e tudo o que você é”. Ao decidir seguir a Jesus, na verdade estamos abrindo mão do que temos, dos nossos desejos e vontades. Não que ao decidir segui-lo vamos nos desfazer imediatamente de nossos bens e compromissos para nos dedicarmos integralmente à sua obra, mas sim que estamos dispostos a se necessário fazermos isso, pois o nosso coração não está nas riquezas, no poder ou na fama, mas em fazer a vontade dEle.
"O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo. O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou". Mateus 13:44-46
Um abraço...
Muitos dos que foram chamados ou que se “dispuseram” a segui-lo colocavam condições para isto; um queria enterrar o pai antes (este texto é mal interpretado, o que se deve entender é que ele desejava ficar com seu pai por toda sua velhice até a sua morte), outro queria despedir-se de sua família (outro texto não compreendido; neste caso, o desejo daquele homem era de que se preparasse uma festa, talvez até dias de festa, para que se confraternizasse com sua família, com homenagens e sendo ele o centro das atenções – ele era o motivo da festa), além de muitos outros casos. Portanto, o que podia se concluir com isso é que suas prioridades e valores não estavam realmente em seguir a Jesus.
Um pastor que ouço bastante costuma dizer que “seguir a Jesus custa tudo o que você tem, e tudo o que você é”. Ao decidir seguir a Jesus, na verdade estamos abrindo mão do que temos, dos nossos desejos e vontades. Não que ao decidir segui-lo vamos nos desfazer imediatamente de nossos bens e compromissos para nos dedicarmos integralmente à sua obra, mas sim que estamos dispostos a se necessário fazermos isso, pois o nosso coração não está nas riquezas, no poder ou na fama, mas em fazer a vontade dEle.
"O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo. O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou". Mateus 13:44-46
Um abraço...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O Conceito de Pequeno Grupo
1. Relacionamentos. Os pequenos grupos existem para aproximar as pessoas umas das outras. A expressão “uns aos outros” é chave nesse processo. Muitas pessoas confundem pequeno grupo com reuniões, mas na verdade os pequenos grupos transcendem suas reuniões, pois os relacionamentos não podem ser limitados por espaço e tempo.
2. Quantidade. Os pequenos grupos não existem para cuidar do item “quantidade”, e sim do aspecto “qualidade”. Os pequenos grupos surgem exatamente para suprira lacuna deixada pel anonimato característico das grandes reuniões. Justamente por isso, devem reunir poucas pessoas (de 3 a 12). Os pequenos grupos que ultrapassam esse número de participantes devem ser encorajados a dividir-se [ou melhor, multiplicar-se]*, dando origem a outros pequenos grupos.
3. Reuniões regulares. A convivência é o segredo da intimidade e o meio através do qual pode-se desenvolver a mutualidade. Nenhum relacionamento pode ser construído a menos que as pessoas envolvidas dediquem algum tempo para se encontrar. O ideal é que no início, as reuniões sejam semanais. Depois, quando os relacionamentos estiverem relativamente solidificados, cada pequeno grupo poderá definir sua agenda em termos de frequência e tipos de encontro.
4. Afinidades. O caminho em direção à intimidade entre as pessoas é sempre cheio de barreiras. Sendo assim, deve haver um mínimo de homegeneidade entre os participantes dos pequenos grupos, tanto nas características pessoais quanto nos interesses.
5. Discipulado. Discipular é “ensinar a guardar todas as coisas que o Senhor Jesus ordenou”. A dinâmica do “uns aos outros” cria o fórum de troca de experiências e observações necessária ao processo de aprendizagem. Isso vale tanto para os fiéis que buscam patamares mais elevados de maturidade cristã quanto para os não crentes, que poderão ver o evangelho funcionando na vida dos cristãos.
*Nota minha.
• Trecho extraído do livro: Ultrapassando Barreiras - Volume 1, Capítulo 4: Pequenos Grupos, uma Velha Novidade, páginas 63 e 64, escrito por Ed René Kivitz.
Nota: Cada capítulo deste livro foi escrito por um autor diferente.
2. Quantidade. Os pequenos grupos não existem para cuidar do item “quantidade”, e sim do aspecto “qualidade”. Os pequenos grupos surgem exatamente para suprira lacuna deixada pel anonimato característico das grandes reuniões. Justamente por isso, devem reunir poucas pessoas (de 3 a 12). Os pequenos grupos que ultrapassam esse número de participantes devem ser encorajados a dividir-se [ou melhor, multiplicar-se]*, dando origem a outros pequenos grupos.
3. Reuniões regulares. A convivência é o segredo da intimidade e o meio através do qual pode-se desenvolver a mutualidade. Nenhum relacionamento pode ser construído a menos que as pessoas envolvidas dediquem algum tempo para se encontrar. O ideal é que no início, as reuniões sejam semanais. Depois, quando os relacionamentos estiverem relativamente solidificados, cada pequeno grupo poderá definir sua agenda em termos de frequência e tipos de encontro.
4. Afinidades. O caminho em direção à intimidade entre as pessoas é sempre cheio de barreiras. Sendo assim, deve haver um mínimo de homegeneidade entre os participantes dos pequenos grupos, tanto nas características pessoais quanto nos interesses.
5. Discipulado. Discipular é “ensinar a guardar todas as coisas que o Senhor Jesus ordenou”. A dinâmica do “uns aos outros” cria o fórum de troca de experiências e observações necessária ao processo de aprendizagem. Isso vale tanto para os fiéis que buscam patamares mais elevados de maturidade cristã quanto para os não crentes, que poderão ver o evangelho funcionando na vida dos cristãos.
*Nota minha.
• Trecho extraído do livro: Ultrapassando Barreiras - Volume 1, Capítulo 4: Pequenos Grupos, uma Velha Novidade, páginas 63 e 64, escrito por Ed René Kivitz.
Nota: Cada capítulo deste livro foi escrito por um autor diferente.
sábado, 7 de agosto de 2010
Pequenos Grupos, uma Velha Novidade
“...o cuidado do rebanho se faz através de relacionamentos. Podemos alistar os “mandamentos recíprocos” (aqueles dos “uns aos outros”) e ficaremos desafiados a exortar, aconselhar, advertir, instruir, levar as cargas e oferecer apoio, entre outras atitudes (Rm 15:14; Gl 6:2; Ef 4:2; Cl 3:16). Tudo isso não acontece nos eventos da comunidade, nem mesmo em visitas esporádicas ao gabinete pastoral, mas nos relacionamentos que são fomentados no dia-a-dia do povo de Deus.
Os pequenos grupos, que se reúnem regularmente, geram o espaço onde os relacionamentos profundos podem acontecer. E, nesse sentido os pequenos grupos não são um programa da igreja, assim como a escola dominical. A igreja pode arranjar outro meio de instruir biblicamente os seus membros; a escola dominical é um desses recursos. Entretanto, a igreja não conseguirá outro meio de ser igreja a menos que fracione seu rebanho em pequenas células (que chamamos de pequenos grupos) reprodutoras de relacionamentos.”
• Trecho extraído do livro: Ultrapassando Barreiras - Volume 1, Capítulo 4: Pequenos Grupos, uma Velha Novidade, página 62, escrito por Ed René Kivitz.
Nota: Cada capítulo deste livro foi escrito por um autor diferente.
Ah, um abraço...
Os pequenos grupos, que se reúnem regularmente, geram o espaço onde os relacionamentos profundos podem acontecer. E, nesse sentido os pequenos grupos não são um programa da igreja, assim como a escola dominical. A igreja pode arranjar outro meio de instruir biblicamente os seus membros; a escola dominical é um desses recursos. Entretanto, a igreja não conseguirá outro meio de ser igreja a menos que fracione seu rebanho em pequenas células (que chamamos de pequenos grupos) reprodutoras de relacionamentos.”
• Trecho extraído do livro: Ultrapassando Barreiras - Volume 1, Capítulo 4: Pequenos Grupos, uma Velha Novidade, página 62, escrito por Ed René Kivitz.
Nota: Cada capítulo deste livro foi escrito por um autor diferente.
Ah, um abraço...
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Koinonia (intimidade)
Atos 2:46b “e partindo o pão em casa,
comiam juntos com alegria e singeleza de coração.”
A koinonia termo grego que é entendido como um dos fundamentos da igreja, e que nós adotamos como comunhão, fala muito mais do que só sobre estar junto, ou proximidade. Relacionamento, essa é a base da koinonia, e esse relacionamento deve ter como resultado a intimidade.
Jesus se relacionava de forma superficial com a multidão que o seguia e ouvia, já que não há como se ter um relacionamento profundo com centenas ou dezenas de pessoas; se relacionava mais com os doze e passava mais tempo com estes do que com a multidão, e é claro um tempo mais produtivo; mas dentre os doze havia três com quem tinha maior proximidade e íntimo relacionamento – Pedro, Tiago e João, e dentre os três sabemos que João tinha uma intimidade ainda maior com o Mestre.
No corpo de Cristo acontece o mesmo; a Igreja de Jesus que é a igreja espalhada por toda a terra se relaciona em igrejas locais, permitindo uma aproximação entre os crentes, porém sabemos que o nível de relacionamento dentro de uma igreja local entre todos os membros também é superficial e, assim como com Jesus, é no pequeno grupo onde realmente acontecem os relacionamentos mais profundos. A Bíblia em Atos 2 relata que eles partiam o pão “em casa”, uma prova de um relacionamento íntimo e constante. O pequeno grupo não é apenas um programa da igreja, mas o modo e local onde os relacionamentos se estreitam. O pequeno grupo está para a igreja local como a igreja local para a Igreja de Cristo no mundo.
Se queremos realmente cumprir o propósito da comunhão (koinonia) precisamos entender a importância do pequeno grupo para desenvolvermos relacionamentos e consequentemente intimidade com os irmãos.
Um abraço...
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
PRA SEMPRE SEREMOS UM!!!
Olá galera,
Não consigo imaginar maneira melhor de fecharmos nosso mês:
"Pra sempre seremos um!!!"
Esse foi o brado que Deus nos trouxe através dos irmãos da banda Filipos que muito nos abençoou neste último dia de congresso.
Essa foi uma canção profética, e nós agora sabemos que juntos somos fortes, e assim podemos marchar sobre a cidade cumprindo o chamado: IDE, e então todo mundo verá filhos unidos em nome do Pai, e a nossa bandeira será Jesus, que morreu e venceu pra sermos um.
Um abraço...
Não consigo imaginar maneira melhor de fecharmos nosso mês:
"Pra sempre seremos um!!!"
Esse foi o brado que Deus nos trouxe através dos irmãos da banda Filipos que muito nos abençoou neste último dia de congresso.
Essa foi uma canção profética, e nós agora sabemos que juntos somos fortes, e assim podemos marchar sobre a cidade cumprindo o chamado: IDE, e então todo mundo verá filhos unidos em nome do Pai, e a nossa bandeira será Jesus, que morreu e venceu pra sermos um.
Pra sempre seremos um, um só povo de um único Deus...
Também não podemos deixar de agradecer a Deus pelas vidas do Pr. Léo, Pb. Ronald, Ir. Fabiano e Pr. Wandgier que nos trouxeram um entendimento maior do que é comunhão e de como resgatá-la. Que Deus os recompense pela disposição em ser instrumento d'Ele para nos abençoar.
Um abraço...
sábado, 31 de julho de 2010
Discernindo o que é agradável ao Senhor
"Não podemos tentar agradar a Deus presumindo o que Ele quer…
temos que entender pelas Escrituras o que é agradável a Ele
e então nos empenharmos em fazer aquilo que Deus espera de nós!"
Como prometido estou postando o link para a mensagem:
"Discernindo o Que é Agradável ao Senhor", do Pr Luciano Subirá.
Você pode ouvir no site ou fazer o download e ouvir em outro momento.
Clique aqui.
Um abraço...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Koinonia (compromisso)
Atos 2:46a - “E, perseverando unânimes todos os dias no templo...”.
O terceiro ponto sobre koinonia que gostaria de destacar é o compromisso, compromisso de cada crente em manter a unidade entre os membros do corpo. Para que haja uma unidade constante é necessário que haja persistência, é preciso que perseveremos na busca de manter a comunhão existente, e não só mantê-la, mas fazê-la crescer ainda mais. Os relacionamentos também têm seu lado difícil, e o Diabo sempre vai querer nos mostrar apenas este lado, mas as bênçãos da unidade são incomparáveis: o cuidado, a atenção, o auxílio, o companheirismo, a preocupação, os conselhos, as orações, o sustento...
Esta foi a oração de Jesus relatada em João 17:21-23: “para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um: eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste.”
O mundo crerá quando ver que somos um.
Um abraço...
Ah, diz aí: qual é seu nome???
O terceiro ponto sobre koinonia que gostaria de destacar é o compromisso, compromisso de cada crente em manter a unidade entre os membros do corpo. Para que haja uma unidade constante é necessário que haja persistência, é preciso que perseveremos na busca de manter a comunhão existente, e não só mantê-la, mas fazê-la crescer ainda mais. Os relacionamentos também têm seu lado difícil, e o Diabo sempre vai querer nos mostrar apenas este lado, mas as bênçãos da unidade são incomparáveis: o cuidado, a atenção, o auxílio, o companheirismo, a preocupação, os conselhos, as orações, o sustento...
Esta foi a oração de Jesus relatada em João 17:21-23: “para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um: eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste.”
O mundo crerá quando ver que somos um.
Um abraço...
Ah, diz aí: qual é seu nome???
terça-feira, 27 de julho de 2010
Fase CONCRETizada
Fala galera,
É isso mesmo, a nossa laje foi concretada ontem, e mais um passo foi dado na direção desta grande conquista. Os desafios continuam...
Um abraço...
ah foto by Renato Grion Jr hahaha
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Koinonia (comunidade)
Continuando nossa conversa sobre comunhão, ainda em Atos 2:44. Quando leio que “tinham tudo em comum”, isso me faz pensar sobre a unidade encontrada naquela igreja. Eles formavam uma comunidade excepcional, não só por estarem juntos, mas por terem tudo em comum. A palavra comunidade traz a idéia de identidade, os que olhavam para eles viam um mesmo modo de pensar, sentir e agir; a identidade de Cristo.
“Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, Completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.” (Filip. 2:1-2)
Alguns relacionamentos se iniciam por causa de afinidades, mas ao longo do tempo as afinidades passam a ser resultado do relacionamento; adquirimos manias, gostos etc uns dos outros, sem perder é claro nossa personalidade e características específicas.
Que nossos relacionamentos possam nos levar a uma unidade de mente e coração. Juntos somos melhores, e buscamos ser cada vez mais parecidos com Jesus, ter a marca (identidade) de Cristo.
Um abraço...
“Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, Completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.” (Filip. 2:1-2)
Alguns relacionamentos se iniciam por causa de afinidades, mas ao longo do tempo as afinidades passam a ser resultado do relacionamento; adquirimos manias, gostos etc uns dos outros, sem perder é claro nossa personalidade e características específicas.
Que nossos relacionamentos possam nos levar a uma unidade de mente e coração. Juntos somos melhores, e buscamos ser cada vez mais parecidos com Jesus, ter a marca (identidade) de Cristo.
Um abraço...
quarta-feira, 21 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Koinonia (comunhão)
Fala galera,
Aproveitando o tema do nosso mês, gostaria de fazer alguns posts sobre comunhão.E este é um assunto tão amplo, que não há como ter a pretensão de esgotá-lo.
Pra começar, não dá para falar em comunhão sem falar na igreja primitiva, relatado no livro de Atos; no capítulo 2, após a pregação de Pedro, houve a conversão de quase 3 mil almas, isso mesmo, a igreja primitiva se iniciou com praticamente 3 mil pessoas, e no verso 44 a Bíblia diz que “todos estavam juntos e tinham tudo em comum”. O primeiro ponto que quero ressaltar é que não existe comunhão sem proximidade. Eles estavam juntos, e não havia nem um templo para que todos estivessem ao mesmo tempo, e mesmo que houvesse, com a perseguição isso seria muito perigoso. E era através dos relacionamentos que eles se fortaleciam. A Bíblia em Eclesiastes cita o poder da união “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.”
Se quisermos ser fortes, precisamos primeiramente estar juntos, para despertar, cultivar e aprofundar as amizades. Mas isso envolve tempo, e tempo juntos; seja em casa, reunidos como igreja, no shopping, no pequeno grupo, ou no Félix (hahaha), cada oportunidade é importante para cultivarmos a comunhão.
Um abraço... ah não deixe de comentar o nosso primeiro post.
Aproveitando o tema do nosso mês, gostaria de fazer alguns posts sobre comunhão.E este é um assunto tão amplo, que não há como ter a pretensão de esgotá-lo.
Pra começar, não dá para falar em comunhão sem falar na igreja primitiva, relatado no livro de Atos; no capítulo 2, após a pregação de Pedro, houve a conversão de quase 3 mil almas, isso mesmo, a igreja primitiva se iniciou com praticamente 3 mil pessoas, e no verso 44 a Bíblia diz que “todos estavam juntos e tinham tudo em comum”. O primeiro ponto que quero ressaltar é que não existe comunhão sem proximidade. Eles estavam juntos, e não havia nem um templo para que todos estivessem ao mesmo tempo, e mesmo que houvesse, com a perseguição isso seria muito perigoso. E era através dos relacionamentos que eles se fortaleciam. A Bíblia em Eclesiastes cita o poder da união “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.”
Se quisermos ser fortes, precisamos primeiramente estar juntos, para despertar, cultivar e aprofundar as amizades. Mas isso envolve tempo, e tempo juntos; seja em casa, reunidos como igreja, no shopping, no pequeno grupo, ou no Félix (hahaha), cada oportunidade é importante para cultivarmos a comunhão.
Um abraço... ah não deixe de comentar o nosso primeiro post.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Queeeeeeem???
Nossa primeira postagem é uma pergunta
para todos vocês:
Qual é seu nome???
Através dos comentários estaremos recebendo sugestões para o nome da nossa unijovem, e consequentemente também o nome do blog.
Após as sugestões serem feitas escolheremos algumas para votação.
Um abraço...
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